O tribunal alemão deu uma vitória importante aos advogados da indústria fonográfica alemã, decidindo que os servidores da rede P2P eDonkey sejam fechados.
Segundo o site The Inquirer, o tribunal da cidade alemã de Hamburgo determinou que os servidores da rede deverão ser mantidos desligados enquanto entre as músicas oferecidas para download estiverem arquivos ilegais.
Mesmo que os arquivos não estejam hospedados nos servidores, mas sim no computador dos usuários que os acessam, a decisão levou em conta que o operador do servidor estaria favorecendo a pirataria, conforme noticiou o site Heise.
Na realidade, neste caso, o operador do servidor foi proibido de distribuir as músicas contidas em um álbum de uma banda específica, cujo nome não foi divulgado. Entretanto a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) deverá abrir uma série de novas ações contra outros servidores P2P que permitem o download ilegal de faixas.
Peter Zombik, diretor da divisão alemã da IFPI, declarou que é "triste ver a tecnologia de redes P2P, de natureza benéfica, ser utilizada para violação de copyright em uma escala maciça, a despeito da disponibilidade de tecnologia de filtros apropriada".
Ainda em contato com o site Heise Online, um porta-voz da IFPI, Stefan Michalk, explicou que agora é hora dos provedores fazerem sua parte. O site citou, por fim, o caso de uma decisão do tribunal belga, que decidiu que o provedor Scarlet deverá filtrar o download de conteúdo com direitos reservados.
Fonte: Magnet
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Similar a outros projetos que trabalham para adicionar um gerenciamento de Torrent no Firefox, assim como FireStorm, FoxTorrent e BitFox, o objetivo do Wyzo é tornar o download de Torrent tão fácil, assim como você faria para qualquer arquivo. O responsável pelo projeto afirma que o público alvo do Wyzo são as pessoas que não sabem utilizar Torrent.
O Wyzo é um navegador desenvolvido sobre o Firefox e inclui uma avançada extensão para Torrent, chamado FireTorrent, que funciona muito bem. A extensão FireTorrent por ser instalado no Firefox se você não quiser utilizar o Wyzo.
O core de sua engine foi desenvolvido sobre a tecnologia provida pela P2P Innovative e possui recursos essenciais assim como os encontrados no uTorrent, tais como: fast peer exchange, STUNT e integração de conexão uPnP.
Além de seu poderoso recurso de Torrent, o Wyzo possui um tema personalizado e uma "página inicial" muito legal, onde é possível realizar buscas de conteúdo multimídia em diversos sites, tais como Mininova, Flickr, Youtube, Digg, etc, o que facilita muito a vida dos iniciantes.
O projeto tem ganhado apoio da comunidade Torrent (veja no site do Mininova), mas pessoalmente acho que o projeto em sua totalidade, não terá muito sucesso, pois é possível utilizar o seu principal recurso, o FireTorrent no Firefox sem o Wyzo. De qualquer forma, é uma excelente opção para os iniciantes no mundo dos Torrents.
O navegador está disponível para Windows e Mac OS X, e a versão para Linux já está no forno.
Para realizar o download do Wyzo, clique aqui, se quiser apenas a extensão para Firefox, clique aqui.
Fonte: TorrentFreak
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Uma pesquisa recente revelou que pouquíssimos americanos alugam DVDs para depois copiá-los para seus amigos. A pesquisa também revelou que a maioria dos usuários prefere baixar da internet a imagem do DVD em vez de alugar o filme em uma locadora para copiá-lo depois, e que mais da metade do material obtido por download é pornografia.
De acordo com a pesquisa, publicada no jornal The New York Times, pouquíssimas pessoas, apenas 1,5 % de todos os donos de PCs, possuem algum software para "ripar" DVDs instalados em suas máquinas. Mais ainda, dessa minoria, apenas dois terços realmente usam o software. A descoberta lança por terra o argumento dos grandes estúdios de cinema de que a proteção contra cópia é necessária em todos as mídias.
A pesquisa foi levada a termo pelo instituto de pesquisas NPD Group. Para essa pesquisa, um grupo de doze mil americanos, usuários de informática, foi monitorado em seus hábitos. Os números mostram claramente que os medos da indústria de cinema e fonográfica são, senão infundados, extremamente exagerados. Seis por cento dos entrevistados deram-se ao trabalho de baixar vídeos pela internet, enquanto onze por cento deles admitiram baixar músicas.
Fonte: Magnet
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Após a tentativa frustrada de fechar o PirateBay em 2006 a pedido da MPAA (Motion Picture Association of America), as autoridades suecas mudaram de estratégia e atacaram o site mais uma vez. Desta vez ao invés de ir atrás dos servidores onde o site é hospedado, resolveram bloquear o acesso ao site em todos os provedores de internet no país.
Em um comunicado, o Partido Pirata sueco disse que a polícia do país estaria com a intenção de adicionar o endereço do PirateBay à lista de sites de pornografia infantil que são automaticamente bloqueados pelos provedores de acesso a internet do país.
Em seu blog pessoal, Brokep, administrador do tracker bittorrent, informou que a polícia sueca tinha noticiado em um comunicado que a decisão de integrar o PirateBay na lista de pornografia infantil, seria tomada durante essa semana.
"Ainda não está decidido se iremos colocar o The Pirate Bay na lista - se o conteúdo ainda permanecer lá na próxima semana iremos colocá-lo na lista", dizia a nota.
Porém, em um breve comunicado no blog do PirateBay, os administradores postaram um texto de fonte ainda desconhecida, que dizia: "A lista que irá ser distribuída aos ISPs no final desta semana não integra o Pirate Bay".
Os administradores do PirateBay, pretendem agora instaurar um processo por calúnia ou conduta inapropriada contra o policial Stefan Kronquist, responsável pela tentativa de bloqueio.
Stefan, é funcionário da seção de crimes de informática do departamento de polícia criminal, e é não só o responsável por essa tentativa de bloqueio, mas também pelo bloqueio do Kopimi.com, um site associado aos fundadores do PirateBay e ao Piratbyrån que foi colocado na lista de sites de pornografia infantil em junho passado.
Isso tudo é claro não passa de uma jogada das autoridades para tentar desmoralizar o PirateBay, isso tem acontecido com freqüência por lá, quando as associações e as autoridades não conseguem acabar com um serviço que eles consideram "pirata", eles partem pra outras práticas menos ortodoxas, como a difamação e até chantagem como recentemente no caso do AllofMP3.
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A BSA (Business Software Alliance), uma organização que zela pelos interesses da indústria de software, resolveu investir contra a pirataria em ambientes empresariais oferecendo pomposas recompensas em troca de informações contra patrões piratas.
A associação promete pagar até 1 milhão de dólares para funcionários que denunciarem suas empresas por uso ilegal de software. Porém, o valor da recompensa será conforme o acordo feito entre a BSA e a empresa infratora, no caso para se ganhar 1 milhão, a BSA teria que fazer um acordo absurdo, superior a 15 milhões de dólares, algo praticamente impossível.
Até hoje a recompensa máxima obtida com denúncias à BSA foi de 200 mil dólares em suas operações durante dois anos, isso foi o suficiente para a organização arrecadar apenas 22 milhões de dólares em acordos.
Para a BSA esse é um negócio vantajoso, mas para os funcionários com certeza não. Para se ter uma idéia, em um acordo de 100 mil dólares, o funcionário que denunciou sua empresa receberia da BSA apenas 5 mil dólares, isso se chegarem a um acordo.
Por enquanto essa "oferta" só é válida para alguns estados norte americanos, o intuito da BSA é claro, diminuir a o uso de software pirata no país, só que com isso acredito que ela vai é conseguir aumentar a taxa de desemprego no país.
Fonte: Geek
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A Corte de Primeira Instância da Bélgica considerou o provedor de acesso a internet local Scarlet, anteriormente conhecido como Tiscali, responsável pelo compartilhamento de arquivos ilegais feito por usuários de sua rede, um precedente que pode ajudar as associações detentoras de direitos autorais em outros processos contra provedores na Europa.
A justiça belga determinou um prazo de 6 meses para que o provedor implante um sistema para impedir seus assinantes de compartilharem arquivos pirateados. Caso não cumpra a decisão judicial, a Scarlet poderá ser multada em até 2.500 euros por dia, até que a determinação seja cumprida.
O processo foi aberto a mais de 3 anos pela SABAM, uma Sociedade de Autores, Compositores e Produtores da Bélgica, foi comemorada não só pela SABAM, mas também pela IFPI, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica, que luta a mais de 2 anos para que provedores se responsabilizem pelo controle de tráfego de arquivos ilegais em suas redes.
"O tribunal confirmou que os provedores têm tanta responsabilidade legal quanto os recursos técnicos necessários para o combate à pirataria", disse o presidente da IFPI, John Kennedy, em comunicado.
A SABAM satisfeita com a decisão da justiça, prometeu abrir novos processos contra provedores de acesso. "Queremos por um fim à troca de arquivos de música protegidos", disse o porta-voz do SABAM, Thierry Dachelet.
Em declaração ao site TorrentFreak, Rick Falkvinge, líder e fundador do Partido Pirata da Suécia, disse que a determinação judicial confirma o que eles vinham dizendo, que a indústria fonográfica quer abolir a liberdade para manter seu monopólio.
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A mídia internacional está divulgando uma suposta tentativa da MPAA (Motion Picture Association of America) de pegar piratas que utilizam sites P2P para troca de arquivos, através da criação de um site fachada para download de arquivos ilegais.
Diversos destes sites teriam sido criados e entre eles estaria o MiiVi.com, um site completo com registro, fórum e um filtro de conteúdo, e que atraia usuários oferecendo downloads completos de filme de maneira rápida e fácil.
Um software que dizia agilizar o download também era oferecido, mas na verdade vasculhava o computador do usuário atrás de arquivos ilegais e enviava um relatório com os resultados obtidos.
A descoberta da ligação de MiiVi.com a MPAA foi feita pelo site ZeroPaid, que encontrou nas informações de registro do domínio MiiVi.com o nome da Media Defender como responsável. Embora as informações tenham sido modificadas pouco depois, o endereço do registro continua idêntico ao existente na seção de contato do site da Media Defender.
O site Tech.Blorge.com, reforçou a denuncia dizendo: "a Media Defender, uma empresa que faz o trabalho sujo para a MPAA, foi pega criando sites ‘tolos’ em uma tentativa de pegar os usuários que baixam vídeos protegidos por direitos autorais - cilada é o que vem à cabeça”.
Após o ocorrido, Randy Saaf, CEO da Media Defender, descartou as denúncias, dizendo que o Miivii.com era na verdade um projeto interno da área de pesquisa e desenvolvimento, e que não houve tentativa de fazer propaganda dele, mas também não foram tomadas medidas para escondê-lo.
Randy disse ainda que o projeto nada tinha a ver com a MPAA e que a sua empresa decidiu tirar o site do ar por conta das reações geradas pelos blogs, principalmente depois que a notícia foi parar no Digg.
A verdade é que a Media Defender sempre faz de tudo para pegar IPs e informações de usuários P2P, inclusive criando arquivos torrent falsos, sendo assim não seria de admirar que a empresa criasse trackers falsas também, não é verdade?
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Após serem ameaçados por diversas vezes pelos Estados Unidos, o governo russo resolveu ceder e acatar a exigência americanas de fechar o serviço russo de venda de músicas AllofMP3.com, para que o país faça parte da OMC (Organização Mundial de Comércio). A informação foi confirmada por um ex-funcionário do AllofMP3 ao jornal britânico The Times.
Há quase um ano, Susan Schwab, representante da câmara de comércio dos Estados Unidos, decretou que para que o país pudesse entrar na OMC, seria necessário fechar o AllOfMP3, o que trouxe críticas dos proprietários do serviço, que alegavam que este cumpria a legislação russa de direitos autorais, embora fossem de encontro aos interesses da RIAA.
O portal que vendia CDs e Músicas a preços muito abaixo da média do mercado, algo em torno de 10 a 20 centavos de dólar por música, tinha mais de 5 milhões de utilizadores e era considerado o segundo maior site de venda de músicas do mundo, perdendo apenas para o iTunes.
Mesmo atendendo as leis russas e pagando 15% de cada venda feita através do site para a ROMS (Russian Organization for Multimedia and Digital Systems), uma associação russa de gestão coletiva de direitos autorais, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos diz que o AllofMP3 se trata de um serviço "pirata" que estaria roubando as companhias discográficas norte americanas.
Apesar de tudo, a MediaServices, responsável pelo AllofMP3, parece não ter se abalado com o ocorrido e inclusive já lançou um novo serviço, o MP3Sparks.com, que por sinal é bastante parecido com o antigo serviço.
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De acordo com uma nova pesquisa divulgada da London School of Economics, ferramentas para compartilhamento que normalmente são vistas pela indústria do entretenimento como vilãs, ajudam a promover os filmes.
Quase sempre os estúdios apontam o P2P como responsável pelas baixas vendas de ingressos nos cinemas, porém, segundo o estudo a distribuição de filmes online tem aspectos positivos que estimulam a indústria de cinema.
O principal fator, segundo o estudo, é que ao permitir o acesso a qualquer pessoa assistir a trechos de filmes, gera discussões em sites de compartilhamento, o que acaba ajudando a criar expectativa e gerar publicidade a favor de um filme.
Um dos aspectos interessantes citados no estudo, aponta que apesar da popularização do Bittorrent e diversas outras ferramentas de compartilhamento de arquivos, a indústria cinematográfica americana registrou um crescimento nos lucros de 11% em 2006.
Apesar disso, o estudo admite que em muitos casos os usuários simplesmente vêem o filme todo no PC e deixam de ir ao cinema.
Já na minha opinião, acredito que se o filme for realmente bom, muitas pessoas que baixaram o filme irão ao cinema assistir na telona, isso porque na maioria dos casos quem baixa filmes na internet, baixa para avaliar se vale ou não pagar 15 reais para assistir um lançamento no cinema, ninguém quer ir ao cinema desperdiçar tempo e dinheiro, não é verdade?
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Quando o assunto é proteger a propriedade intelectual, a indústria e as associações parecem não ter limites ou escrúpulos para combater qualquer tentativa da sociedade de se libertar dos padrões e regras impostos por eles.
E como é de pequeno que se torce o pepino, as associações defensoras de direitos autorais, juntamente com algumas empresas e a AMCHAM (Câmara Americana de Comércio), iniciaram Projeto Escola, que pretende combater a pirataria em escolas das redes públicas e particulares, a princípio no estado de São Paulo.
O dito projeto, foi elaborado pela AMCHAM e conta com o total apoio de associações como a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Softwares, BSA (Business Software Alliance), MPA (Motion Pictures Association - o braço internacional da MPAA), além de empresas como a Microsoft, entre outras entidades e empresas, e também o aval da Secretaria Estadual da Educação, que inclusive irá selecionar as escolas que farão parte do projeto.
Basicamente, o tal projeto, tem a missão de transmitir conceitos básicos de Propriedade Intelectual a pais, professores e à crianças entre 7 e 11 anos, que exercitarão o conteúdo aprendido por meio de redações, peças de teatro, letras de músicas e outras atividades.
Em resumo, uma verdadeira "lavagem cerebral". Mas por mais incrível e assustador que isso pareça, essa não é a primeira vez que as associações e a indústria tentam esse tipo de artimanha para alcançarem seus objetivos de livrar o mundo desse "mal" que eles chamam de "pirataria".
Em 2006, a Access Copyright, uma entidade de gestão coletiva de direitos autorais canadense, lançou um site de propaganda em forma de desenho em quadrinhos, o Captain Copyright, uma espécie de super-herói mascarado que defendia os direitos autorais. O site causou tantas repercussões negativas que em pouco tempo o site acabou sendo fechado.
Fonte: Jornal de Debates
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